A Central Única dos Trabalhadores na Paraíba (CUT-PB), realiza nesta sexta-feira (dia 03), às 7h00 da manhã, um ato público de solidariedade aos sindicalistas que estão em greve de fome na sede da Energisa, na BR-230, em João Pessoa. Drauzio Macedo, Pierre Augusto Melo e Jim Toreli, os sindicalistas em greve de fome, estão na recepção da empresa desde a tarde da última quarta-feira (dia 01).
De acordo com o presidente da CUT-PB, Luis Silva, o ato vai contar com panfletagem e carro de som e o objetivo é cobrar da Energia menos intransigência nas negociações para o acordo salarial da categoria dos eletricitários. “A CUT está convocando os seus sindicatos filiados para se unirem a este ato de solidariedade não só com quem está em greve de fome, como também com todos os trabalhadores da empresa”, destacou Luis Silva.
A Central Única dos Trabalhadores na Paraíba atua na defesa dos direitos dos trabalhadores e na busca de maior qualidade de vida e de desenvolvimento sustentável. CUT-PB R. Rodrigues de Aquino, Centro - João Pessoa - PB (83) 3221-8545
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quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
CUT apoia sindicalistas em greve de fome
A CUT-PB apoia Sindeletric na Batalha pelo Acordo Coletivo
e sindicalistas entram em greve de fome
Três sindicalistas entraram em greve de fome nesta quarta-feira (dia 01) para pressionar a Energisa a aceitar um acordo coletivo que beneficie os seus trabalhadores. De acordo com informações de Luis Silva, presidente da Central Única dos Trabalhadores na Paraíba (CUT-PB), a greve de fome dos sindicalistas foi iniciada por conta da falta de avanço nas negociações que o Sindicato dos Eletricitários da Paraíba está realizando.
Drauzio Macedo, Pierre Augusto Melo e Jim Toreli, os sindicalistas em greve de fome, estão na recepção da sede da empresa, no bairro do Cristo Redentor. Luis Silva explicou que um comitê da CUT deve participar ainda nesta quinta-feira de uma mesa de negociações junto à diretoria da Energisa para que se chegue a um acordo satisfatório para a categoria.
Os eletricitários querem um Reajuste de Salário 7 % (1.6% de ganho real), Ticket Alimentação de R$ 520,00 (13 % de reajuste), Abono de R$ 1.400,00, Piso Salarial de R$ 600,00, sendo de R$ 1.100,00 para os técnicos. As demais cláusulas devem ser reajustadas pelo índice de reajuste dos salários 7%.
Em contra-proposta, a Energisa informou poder promover um Reajuste de 5,4% em todas as cláusulas econômicas (Salários, Piso salarial, Material didático, etc.) e um Abono de R$ 1.100,00. “A Energisa é uma empresa que apresenta lucro de R$ 150 milhões. Há condições de promover de promover um reajuste mais justo para os trabalhadores”, destacou Luis Silva.
Segundo o presidente da CUT-PB, o Sindeletric já denunciou que a Energisa vem realizando demissões em massa e perseguições aos sindicalistas, inclusive com promoção de demissões entre trabalhadores que fazem parte do sindicato.
Segundo o diretor do Sindeletric e da CUT-PB, Arimatéia França, os eletricitários já tem indicativo de greve para a próxima segunda-feira, dia 06.
e sindicalistas entram em greve de fome
Três sindicalistas entraram em greve de fome nesta quarta-feira (dia 01) para pressionar a Energisa a aceitar um acordo coletivo que beneficie os seus trabalhadores. De acordo com informações de Luis Silva, presidente da Central Única dos Trabalhadores na Paraíba (CUT-PB), a greve de fome dos sindicalistas foi iniciada por conta da falta de avanço nas negociações que o Sindicato dos Eletricitários da Paraíba está realizando.
Drauzio Macedo, Pierre Augusto Melo e Jim Toreli, os sindicalistas em greve de fome, estão na recepção da sede da empresa, no bairro do Cristo Redentor. Luis Silva explicou que um comitê da CUT deve participar ainda nesta quinta-feira de uma mesa de negociações junto à diretoria da Energisa para que se chegue a um acordo satisfatório para a categoria.
Os eletricitários querem um Reajuste de Salário 7 % (1.6% de ganho real), Ticket Alimentação de R$ 520,00 (13 % de reajuste), Abono de R$ 1.400,00, Piso Salarial de R$ 600,00, sendo de R$ 1.100,00 para os técnicos. As demais cláusulas devem ser reajustadas pelo índice de reajuste dos salários 7%.
Em contra-proposta, a Energisa informou poder promover um Reajuste de 5,4% em todas as cláusulas econômicas (Salários, Piso salarial, Material didático, etc.) e um Abono de R$ 1.100,00. “A Energisa é uma empresa que apresenta lucro de R$ 150 milhões. Há condições de promover de promover um reajuste mais justo para os trabalhadores”, destacou Luis Silva.
Segundo o presidente da CUT-PB, o Sindeletric já denunciou que a Energisa vem realizando demissões em massa e perseguições aos sindicalistas, inclusive com promoção de demissões entre trabalhadores que fazem parte do sindicato.
Segundo o diretor do Sindeletric e da CUT-PB, Arimatéia França, os eletricitários já tem indicativo de greve para a próxima segunda-feira, dia 06.
terça-feira, 5 de outubro de 2010
Sindeletric-PB decide se haverá greve na próxima quinta-feira
Os trabalhadores do setor eletricitário da Paraíba decidem nesta próxima quinta-feira se farão greve por tempo indeterminado. A greve tem como objetivo chamar a atenção da sociedade contra demissões, práticas anti-sindicais e o assédio moral que a Energisa está promovendo contra os seus empregados. O indicativo foi dado hoje, durante uma assembléia realizada entre às 7h30 e 11h30 da manhã, na frente da sede da empresa, em João Pessoa. Os trabalhadores do setor estão recebendo o apoio da Central Única dos Trabalhadores na Paraíba (CUT-PB), que está denunciando a Energisa por práticas anti-sindicais.
“Os trabalhadores estão cobrando da Energisa uma proposta decente em relação à Participação dos Lucros e Resultados (PLR) da empresa e protestando contra práticas anti-sindicais sofridas pelos representantes dos empregados. A principal delas aconteceu através da demissão do dirigente sindical Marco Miranda. A Energisa alegou que o dirigente sindical está locado em outro domicílio, quando se transferiu de João Pessoa para Campina Grande. No entanto, a base do seu sindicato é estado todo, tornando a demissão irregular. Além disso, em torno de 130 pessoas já foram demitidas só nestes últimos meses”, informou Gilberto Paulino, secretário de relações do trabalho da CUT-PB.
De acordo com Zioelton Maia, secretário de comunicação da CUT-PB, “não podemos admitir que a empresa esteja indo contra a Constituição Nacional e os direitos dos trabalhadores. Sabemos que o sindicalista foi demitido por difundir os direitos dos trabalhadores e das trabalhadoras. Estamos dando todo o apoio possível ao Sindicato”, destacou Maia, um dos representantes da CUT na assembléia realizada na manhã desta terça-feira.
"A demissão de um sindicalista é uma afronta à organização sindical. Os trabalhadores da Energisa estão assustados com tanta perseguição na empresa que não registra os acidentes de trabalho, impõe metas impossíveis de serem alcançadas e realiza reuniões pressionando os trabalhadores. Diante dos fatos, o Sindeletric vai retornar ao Ministério Público do Trabalho e desenvolver atividades políticas no sentido de barrar a gana da Energisa por lucro", afirmou Dráuzio Macedo, sindicalista e representante da CUT-PB.
“Os trabalhadores estão cobrando da Energisa uma proposta decente em relação à Participação dos Lucros e Resultados (PLR) da empresa e protestando contra práticas anti-sindicais sofridas pelos representantes dos empregados. A principal delas aconteceu através da demissão do dirigente sindical Marco Miranda. A Energisa alegou que o dirigente sindical está locado em outro domicílio, quando se transferiu de João Pessoa para Campina Grande. No entanto, a base do seu sindicato é estado todo, tornando a demissão irregular. Além disso, em torno de 130 pessoas já foram demitidas só nestes últimos meses”, informou Gilberto Paulino, secretário de relações do trabalho da CUT-PB.
De acordo com Zioelton Maia, secretário de comunicação da CUT-PB, “não podemos admitir que a empresa esteja indo contra a Constituição Nacional e os direitos dos trabalhadores. Sabemos que o sindicalista foi demitido por difundir os direitos dos trabalhadores e das trabalhadoras. Estamos dando todo o apoio possível ao Sindicato”, destacou Maia, um dos representantes da CUT na assembléia realizada na manhã desta terça-feira.
"A demissão de um sindicalista é uma afronta à organização sindical. Os trabalhadores da Energisa estão assustados com tanta perseguição na empresa que não registra os acidentes de trabalho, impõe metas impossíveis de serem alcançadas e realiza reuniões pressionando os trabalhadores. Diante dos fatos, o Sindeletric vai retornar ao Ministério Público do Trabalho e desenvolver atividades políticas no sentido de barrar a gana da Energisa por lucro", afirmou Dráuzio Macedo, sindicalista e representante da CUT-PB.
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Sindeletric-PB denuncia Energisa por práticas anti-sindicais
O Sindeletric-PB está denunciando a Energisa por demissões irregulares. De acordo com o sindicalista e dirigente da CUT-PB Drauzio Rodrigues os trabalhadores da empresa também estão sofrendo com assédio moral. “Estamos mais uma vez sendo atacado por demissões na Energisa Paraíba. Agora a empresa demite um dirigente sindical da executiva do Sindeletric, alegando que ele perdeu a estabilidade sindical por motivo de transferência de base”, destacou ele.
Segundo Drauzio, o Sindeletric-PB realizará as ações jurídicas necessárias e já agendou um ato na porta da empresa para o dia 05/10 às 7h00 da manhã, na BR 230, no Cristo em João Pessoa.
A CUT estará apoiando as reivindicações dos trabalhadores, que realizaram um ato público na segunda-feira dia 27.
Segundo Drauzio, o Sindeletric-PB realizará as ações jurídicas necessárias e já agendou um ato na porta da empresa para o dia 05/10 às 7h00 da manhã, na BR 230, no Cristo em João Pessoa.
A CUT estará apoiando as reivindicações dos trabalhadores, que realizaram um ato público na segunda-feira dia 27.
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
CUT-PB apóia Sindeletric-PB na Luta contra a Energisa
A Central Única dos Trabalhadores na Paraíba está apoiando o Sindeletric-PB nas lutas em favor dos trabalhadores da Energisa. A categoria pede está sofrendo com demissões, com assédio moral e a prática anti-sindical.
Nesta última segunda-feira, foi realizada uma assembleia de protesto em frente à sede da Energisa (BR-230, Cristo), às 7h00 da manhã. Estamos nessa luta a favor dos direitos dos trabalhadores!
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